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Sistema Automatico de E.N.D. Liquidos Penetrantes

INSTALAÇÕES/ SISTEMAS DE INSPEÇÃO POR LÍQUIDO PENETRANTE



Instalações/ Sistemas de Inspeção por Líquidos Penetrantes (LP), automáticos ou semi-automáticos são produzidos para atender a realização da inspeção em linhas de produção de peças seriadas, para atender condições de grande produtividade ou atividades de manutenção nos segmentos aeronáutico, petróleo petroquímico e etc.

São sistemas completos, com todas as etapas do processo de inspeção por Líquidos Penetrantes (LP), automáticos ou semi-automáticos, projetados conforme as necessidades de produção ou para atender condições especiais de realização da inspeção.

Instalações/ Sistemas de inspeção por Líquido Penetrante são constituídas por componentes se parados e individuais para realizar cada uma das etapas do processo como Limpeza, aplicação do produto Penetrante, Lavagem/remoção do excesso de Penetrante, secagem, aplicação do produto Revelador, interpretação/análise/ laudo final e expedição.

São normalmente utilizadas para o método de Inspeção por Líquido Penetrante Fluorescente sob Luz Negra, entretanto podem ser desenvolvidas para Líquido Penetrante Visível (vermelho) ou para os dois métodos.



Descrição dos componentes de uma Instalação de Liquido Penetrante:



1- Tanques para limpesa de peças, aplicação do Líquido Penetrante, lavagem e remoção do excesso de penetrante, aplicação de Emulsificadores e Reveladores base água.

Tanques em aço inoxidável são utilizados para produtos na limpesa inicial das peças, para aplicação do liquido penetrante, para lavagem/ remoção do excesso de penetrante, aplicação do emulsificador e revelador em meio aquoso e com aquecimento. São normalmente fechados por tampas manuais ou com acionamento de abertura e fechamento, por pistões de ar comprimido.

Tanques em aço carbono são utilizados para alguns solventes de limpesa de peças e para revelação com a utilização de pó revelador seco, operado com um sistema de motor ventilador para formação interna de uma nuvem do pó do revelador. São fechados por tampas manuais ou com acionamento de abertura e fechamento, por pistões de ar comprimido.

As dimensões dos tanques de aço inoxidável ou em aço carbono, assim como a capacidade de correspondente a quantidade de peças a ser ensaiada ao mesmo tempo ou conforme as dimensões das maiores peças



Tanques com mesas de roletes e telas filtro no fundo, para permitir a aplicação de penetrantes coloridos ou fluorescentes por pulverização (vide foto acima, a esquerda).

Grelhas de solo com sistemas coletores de resíduos de lavagem/ remoção do excesso de penetrante com água, em peças de grande porte, conforme fotos acima à direita.

Nt: Conforme as condições de automatização requerida no processo, podem ser fornecidos com cestos para colocação de certa quantidade de peças, sistemas pneumáticos para imersão e retirada dos sextos do interior dos tanques, abertura automáticas de tampas dos tanques, timers de alerta de tempos e etc.

Grelhas com calhas de escoamento e retorno podem ser fornecidas entre os tanques de limpesa e penetrante, penetrante e lavagem e entre a saída da estufa de secagem e a cabine de luz negra.



2. Estufas de secagem



Estufa de secagem de peças, normalmente será utilizada depois de cumpridas as etapas de remoção do excesso de liquido penetrante em que a revelação será com pó seco, saída do tanque revelação em meio aquoso (solúvel com água), em que é necessário a evaporação da água para ocorrer o processo de revelação ou alguma etapa especial em que é requerida a secagem da(s) peça(s).

As dimensões da estufa e condições de acesso e saida serão conforme as condições de realização do processo, para grandes quantidades de peças ou conforme as dimensões das peças



A estufa é necessária para que o tempo de secagem seja abreviado, portanto, antes de um processo de revelação à seco ou após um processo de revelação em meio aquoso.

A temperatura da estufa, assim como o tempo de permanência da peça no seu interior será função do procedimento do ensaio e os tipos de estufa normalmente fornecidos são com recirculação de ar e poderão ser automáticas com programação do tempo e temperatura de operação ou convencionais.

Podem também ser fornecidas com aberturas em ambos os lados e com estruturas montadas para carros que transportam para o interior e retiram as peças, da estufa.



3- Estação de aplicação de Revelador por pulverização



Cabines em concepções tipo capela, com exaustor e tubulação de sucção de névoas de Revelador, resultante da aplicação por pulverização por aerossóis ou em pistolas de pintura, com ar comprimido.

Tubulação com exaustor de sucção, filtro de retenção de material sólido com lã devidro, localizado na parte de trás da cabine e tubulação superior.



4. Cabine escura sob luz negra completa



Normalmente fornecidas com estrutura de perfilados e cobertura de capa anti-chamas, podem ter um transportador de roletes, para conduzir a peça ao seu interior, nas dimensões conforme definidas no projeto e demais componentes como luminária de luz negra tipo portátil ou fixa na cabine; de alta intensidade, ou seja, de 100 ou 400 watts de potencia, calha/luminária de luz branca e ventilador ou exaustor leve.



Poderá também ser fornecida com toda instalação elétrica em caixas e conduites, assim como com um quadro elétrico de todas as funções de operação.

Cabines em concepções mais simples, como para verificações de peças após a remoção do penetrante e emulsificador, são fornecidas com bancadas e mesas convencionais ou com grelhas de escoamento.

No interior das cabines os inspetores permanecem interpretando os resultados ou para verificação de remoção de excesso de penetrante fluorescente se utilizadas para esta finalidade.



5- Condições de utilização do Sistema de Inspeção por Líquido Penetrante



Os inspetores podem colocar e retirar as peças dos tanques, controlar os tempos de cada etapa e nas operações de aplicação do penetrante, do emulsificador, do banho de lavagem e revelação, conforme estabelecido em procedimentos e normas técnicas aplicáveis.

A estufa pode ser instalada entre os tanques de lavagem e revelação a seco ou após o tanque de revelador em meio aquoso e deverá manter a temperatura média da peça entre 50 a 60 ºc. A temperatura da estufa poderá atingir até 300 ºc, entretanto os tempos de permanência da peça no interior da estufa devem ser compatíveis com a temperatura citada acima. A secagem das peças, antes do processo de revelação a seco ou após a revelação em meio aquoso, não deve deixar resíduos de umidade.

O sistema elétrico de operação do conjunto será com comando de 24 volts assim como com um efetivo aterramento, evitando-se, desta forma, riscos de choques elétricos para os operadores e inspetores.

Os tanques terão a capacidade máxima de produto assim como as dimensões das cabines e estufa e estabelecidos conforme o projeto.

A definição das características de automatização deve ser requerida pelo comprador e o comprimento total do sistema, considerada todas as fases do processo, será função de todo o projeto.





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